Estava eu a conversar com o meu primo Tiago, e surgiu algo que me fez pensar… o Coito! O que significa para nós, homens? O que significou na nossa infância? É muito mais do que possamos pensar. Daí até ter escrito este post foi um pulo. Finalmente alguém vai decifrar os segredos do Coito! Explicar a quem quiser perceber, os segredos mais recônditos e bem guardados da mente, vou levá-los numa viagem ao passado para assim compreenderem aquele ser tantas vezes injustiçado, que tantas mulheres apelidam de traidor, o homem! Sigam a minha linha de pensamento...
Quando era criança, brincava com bastante regularidade com os meus amigos, as meninas ficavam a brincar com as bonecas e os rapazolas iam jogar à apanhada! Este jogo visto de uma forma simplória (assim como as gajas que vêm o futebol como um bando de homens a correr atrás de uma bola !! AH! não podem estar mais enganadas), basicamente era um jogo que consistia num monte de crianças a correr de um lado para o outro em que só existia um, e apenas um objectivo, não ser apanhado! Embora pareça um jogo sem nenhuma ciência, havia regras que tinham de ser cumpridas, tais como limites de espaço, a forma de agarrar a pessoa a ser apanhada, e, o mais importante, o fugitivo só estava a salvo num lugar, o “cóis” ou o “coito”! Podia haver um, ou mais coitos onde nos sentíamos seguros, onde a “besta” que nos tentava apanhar, não nos podia tocar! Ali, naquele metro quadrado, que geralmente era ao redor de um poste, uma cabine telefónica, um muro, etc, estávamos completamente tranquilos, livres do perigo de termos de ser nós a correr feitos loucos atrás dos nossos amigos! Assim que saíamos do coito, em busca do próximo, a adrenalina corria nas nossas veias de uma forma inexplicável, não havia cansaço que nos demovesse do nosso objectivo. Eram dias felizes, sem preocupações, sem responsabilidades… E nos dias de hoje? Quando chegamos à idade adulta e já não fica bem jogar à apanhada, onde está o nosso coito? Pois… se seguiram a minha linha de pensamento, já começam a ver onde quero chegar! Esta é a verdadeira questão! Qual ser ou não ser ou lá o que é… Shakespeare não chegou ao fundo da coisa! Entendam! A procura do coito é algo inato no homem, o homem vive para procurar o coito. Convém explicar aos mais desatentos o significado de coito no dicionário de língua portuguesa: “Cópula Carnal” (!).
Resumindo, a procura do coito por parte dos homens é induzido quando ainda somos crianças, é, desde sempre, o lugar pacífico e ao mesmo tempo repleto de adrenalina que nos faz felizes! Partindo desta linha de pensamento, é perfeitamente desculpável que os homens procurem várias parceiras sexuais. O que na realidade os homens querem é chegar àquele sítio especial, ficar por lá uns momentos e partir na busca incessante do próximo coito! É claro que as mulheres que lerem este post vão fazer a pergunta clássica: “Então e a mulher? Nós temos sentimentos, não nos podem usar e deitar fora no momento seguinte!” Podiam ter alguma razão, mas pensem no seguinte, quando fomos ”treinados” para este tipo de situação, nunca demos importância alguma aos sentimentos do poste! Ou do muro! Ou até mesmo da cabine telefónica! Querem culpar alguém? Culpem a pessoa que inventou este jogo, ou então, antes de se deixarem conquistar por um qualquer D. Juan, perguntem-lhe se sabe jogar à apanhada!
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
1 comentário:
Joparracho... enquanto mulher esclareço: as mulheres também pensam e muito em sexo e até no coito. As mulheres também usam e deitam fora no momento seguinte... e mais estranho ainda: existem mulheres que gostam de futebol... eu pelo menos gosto, penso em sexo e uso e deito fora...
Gostei da introdução de Shakespeare no post. e como ele escreveu um dia "O meu corpo é um jardim, a minha vontade o seu jardineiro"... fica a dica ;)
Enviar um comentário